Pedi a mim própria para dizer o quanto gosto de ti. Não o sei dizer, é algo... algo difícil de dizer por simples palavras, porque vendo bem, as palavras são pequenas, são pouco, muito pouco para explicar um sentimento, seja ele qual for, mas este sentimento ainda é mais difícil de descrever, talvez porque seja o mais sentido, não digo o mais forte, mas o mais durador é. Se este sentimento não existisse a vida seria tão pouco feliz, tão limitada, só seria entre muito feliz ou muito triste, e sem ele, não sei :$ Até custa pensar nisso, doí só de por em hipótese esse mundo.
E é devido a esse amor, porque é um amor, que eu tive os momentos que tive contigo. Momentos únicos, que só tive contigo, que sei que nunca me vou esquecer. Também sei que isto é uma lamechisse mas eu tenho que dizer isto! Não são só mais uma palavras ditas, neste caso escritas, á sorte, não, são palavras que escondem um sentimento, forte.
Esse sentimento, é a amizade.
Amo-te.
Sei te descrever em duas palavras: minha irmã.
(LAMECHISSE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
Minha Mariana/Lucy
sábado, 17 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Agora sei, o amor não é cego, o amor cega.
«-Não vês? Cati, é obvio, está nos olhos dele e eu consigo ver! Ele ama-te, mas tem vergonha!!
-Não sei...
-Sabes sim, eu consigo ver essas coisas <3»
E lá fui eu, seguir um caminho inventado por quem me disse isto, fui seguir um caminho incerto, haviam dois, continuar a amar e tentar de tudo, ou desistir, mas eu, estúpida como sou, segui o que agora é sem duvida o errado. Continuei a caminhar descalça, a esperar por o fim do caminho de pedra, em sofrimento por a dor que provocava em mim fazer aquele caminho assim, tão desprotegida.
Passou tanto tempo e eu continuava á espera de um fim, de um fim feliz, até que um dia, surgiu uma parte em que existiam dois caminhos, o de continuar a amar ou tentar esquecer-lo. Nem pensei duas vezes, segui o de tentar esquecer-lo. Estava tudo a correr tão bem até que me fui apercebendo, por muito que mudasse de caminho, se o fizesse sozinha, as coisas del não me saiam da cabeça, só via imagens dele, lembranças... tudo.
Segui o caminho certo, mas sozinha, o que foi um erro, para variar.
E agora só penso. que burra, fui ouvir uma pessoa que nunca tinha amado ninguém nem nunca tinha sido amada. Agora sei, o amor não é cego, o amor cega. E cá estou eu, outra vez, sentada, a ver dois possiveis caminhos mas não consigo decidir, apesar de a resposta ser tão obvia.
Primeiro caminho: Seguir a vida, sozinha, por enquanto.
Segundo caminho: Continuar apaixonada por quem não me liga.
É facil não?
Custa-me tanto deixar o segundo caminho para trás... Mas vou ter que o fazer, mais tarde ou mais cedo isso vai acontecer.
Desculpa-me.
-Não sei...
-Sabes sim, eu consigo ver essas coisas <3»
E lá fui eu, seguir um caminho inventado por quem me disse isto, fui seguir um caminho incerto, haviam dois, continuar a amar e tentar de tudo, ou desistir, mas eu, estúpida como sou, segui o que agora é sem duvida o errado. Continuei a caminhar descalça, a esperar por o fim do caminho de pedra, em sofrimento por a dor que provocava em mim fazer aquele caminho assim, tão desprotegida.
Passou tanto tempo e eu continuava á espera de um fim, de um fim feliz, até que um dia, surgiu uma parte em que existiam dois caminhos, o de continuar a amar ou tentar esquecer-lo. Nem pensei duas vezes, segui o de tentar esquecer-lo. Estava tudo a correr tão bem até que me fui apercebendo, por muito que mudasse de caminho, se o fizesse sozinha, as coisas del não me saiam da cabeça, só via imagens dele, lembranças... tudo.
Segui o caminho certo, mas sozinha, o que foi um erro, para variar.
E agora só penso. que burra, fui ouvir uma pessoa que nunca tinha amado ninguém nem nunca tinha sido amada. Agora sei, o amor não é cego, o amor cega. E cá estou eu, outra vez, sentada, a ver dois possiveis caminhos mas não consigo decidir, apesar de a resposta ser tão obvia.
Primeiro caminho: Seguir a vida, sozinha, por enquanto.
Segundo caminho: Continuar apaixonada por quem não me liga.
É facil não?
Custa-me tanto deixar o segundo caminho para trás... Mas vou ter que o fazer, mais tarde ou mais cedo isso vai acontecer.
Desculpa-me.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Ilusão...
Passei por muito (pelo menos para mim foi muito), e um certo dia respirei de alivio, senti-me leve, e disse que finalmente não te tinha na minha mente... Andei assim um mês, a pensar que já não sentia nada por ti, que estava bem, sozinha e que não em fazias falta.
Grande mentira.
Agora, passado quinze dias sem te ver é que me apercebi que ainda estás na minha cabeça, e que tudo vai começar de novo, todos os choros, todas as noites sem dormir e tardes sem sorrir. Não quero e não vou deixar que isso aconteça. Eu mudei, não te vou deixar magoares-me com tanta força, tal como um faca que espetas em mim com toda a força que tens, mas vais continuar ali, a cortar-me devagarinho, a criar um sofrimento que um dia vai ter que se libertar e nesse dia não gostava de ser quem me vai aturar, porque vai ser dificil.
Cada olhar que trocamos, cada gesto teu, cada asneira minha, tudo vai ser esquecido. Eu mudei desde o teu dia de anos, desde Março, e vivi esse mês inteiro ou quase, sem pensar em ti, e agora vem me isto? Era tão escusado. Sinto-me uma nova eu, e imaginar essa nova eu contigo, faz parecer tudo tão diferente, e mais uma vez nasce uma falsa esperança dentro de mim, a pensar que nada é impossivel, que ainda há hipoteses, mas isso é impossivel, eu não posso ter essa esperança que só me vai iludir e magoar mais. Mesmo assim, estas tão perto da perfeição, para mim, só te falta uma coisa:
Amares-me.
Amo-te.
Grande mentira.
Agora, passado quinze dias sem te ver é que me apercebi que ainda estás na minha cabeça, e que tudo vai começar de novo, todos os choros, todas as noites sem dormir e tardes sem sorrir. Não quero e não vou deixar que isso aconteça. Eu mudei, não te vou deixar magoares-me com tanta força, tal como um faca que espetas em mim com toda a força que tens, mas vais continuar ali, a cortar-me devagarinho, a criar um sofrimento que um dia vai ter que se libertar e nesse dia não gostava de ser quem me vai aturar, porque vai ser dificil.
Cada olhar que trocamos, cada gesto teu, cada asneira minha, tudo vai ser esquecido. Eu mudei desde o teu dia de anos, desde Março, e vivi esse mês inteiro ou quase, sem pensar em ti, e agora vem me isto? Era tão escusado. Sinto-me uma nova eu, e imaginar essa nova eu contigo, faz parecer tudo tão diferente, e mais uma vez nasce uma falsa esperança dentro de mim, a pensar que nada é impossivel, que ainda há hipoteses, mas isso é impossivel, eu não posso ter essa esperança que só me vai iludir e magoar mais. Mesmo assim, estas tão perto da perfeição, para mim, só te falta uma coisa:
Amares-me.
Amo-te.
Vida?
Cada dia, cada momento, cada hora, cada minuto, cada segundo parece uma ilusão, estou ali, mas estou a viver o presente como se já fosse o passado, logo, do que é que adienta querer aquele momento se antes mesmo dele acontecer já o considero passado? Nem vou desperdiçar tempo da minha vida, que já é tão curta, a pensar nisso, só sei que gosto de estar lá, de ver que apesar de já ter passado, aconteceu.
Tenho razões para muitas vezes me sentir não propriamente bem, mas vou ficar mal porquê? Porque não tenho tudo o que tenho? Não o posso fazer, se não devia ficar mal todos os dias por não atingir um objectivo desconhecido. Tenho que viver com a falta do que quero, e esperar por o dia em que vou ter essa pessoa, ou talvez uma melhor, não sei.
Se só tenho esta vida, vou perder-la? Não. Vou viver-la ao máximo, e como é obvio, também vou chorar, para saber o que realmente é a alegria, e para a aproveitar sempre.
Viver-la sempre com quem me ama ;
Tenho razões para muitas vezes me sentir não propriamente bem, mas vou ficar mal porquê? Porque não tenho tudo o que tenho? Não o posso fazer, se não devia ficar mal todos os dias por não atingir um objectivo desconhecido. Tenho que viver com a falta do que quero, e esperar por o dia em que vou ter essa pessoa, ou talvez uma melhor, não sei.
Se só tenho esta vida, vou perder-la? Não. Vou viver-la ao máximo, e como é obvio, também vou chorar, para saber o que realmente é a alegria, e para a aproveitar sempre.
Viver-la sempre com quem me ama ;
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